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10 de maio de 2012
LORENZATO ABORDA AÇÕES DO EXECUTIVO DURANTE SEU GRANDE EXPEDIENTE
O vereador Rui Lorenzato (PT), realizou seu Grande Expediente na sessão desta quarta-feira 09 de maio. O tema que Lorenzato abordou foi os avanços da administração Dipp e Cecconello. O Parlamentar enfatizou que esta administração pensa a cidade de Passo Fundo a médio e a longo prazo. Entre as obras que estão sendo realizadas desde o ano de 2009, e continuando o que já havia sido iniciado em 2005 estão:
• o investimento de mais R$ 40 milhões em pavimentação com recursos próprios e de financiamento do BID, viabilizando o anel viário e binários na cidade e incluindo a pavimentação inédita de acesso a três Distritos do interior, com obras já iniciadas no acesso a Bela Vista;
• o investimento de mais de R$ 80 milhões em parceria com o governo federal, em diversos projetos como: pavimentação, construção de unidades de saúde, equipamentos para esporte e lazer (quadras, campos, praças e outros), equipamentos para a educação (biblioteca pública, escolas de educação infantil e outros), em atividades culturais (jornada, teatro, feiras e outros), urbanização de áreas (beira trilho leste), saneamento (drenagem, rede água interior, reciclagem e outros), segurança pública (videomonitoramento, Pronasci e outros), em mais de 70 projetos;
• Também o investimento de mais de R$ 41 milhões fruto do novo contrato com a Corsan que permitirá a modernização de redes de água e a cobertura de 55% das economias com esgoto sanitário, mais do que dobrando a cobertura atual que era de 17%;
Além das obras o vereador quis deixar bem claro que toda as administração deixa suas marcas e que as marcas que esta administração já está deixando são:
a) Passo Fundo deixou de ser uma cidade de desemprego e passou a ser uma cidade onde cresce mês a mês a oferta de emprego. De 2005 a 2011 foram gerados mais de 14 mil novos empregos diretos no município;
Três motivos para a geração de empregos:
1º Com apoio do poder público (doações de áreas, isenções fiscais, melhorias e preparação da estrutura e licenciamento ambiental, com investimento superior a R$ 20 milhões), 50 empresas locais expandiram seus negócios e 20 novas indústrias se instalaram aqui;
2º Grandes indústrias se instalaram aqui e hoje já são responsáveis pela mudança na matriz econômica do município. Juntos a BsBios, a Italac, a Manitowoc e a Ambev devem gerar mais de R$ 4 bilhões em faturamento;
3º O grande investimento em obras e contratações habitacionais.
B) Outra Marca foi o aumento do orçamento municipal, passando de R$ 123 milhões (em 2005) para mais de R$ 340 milhões (em 2012), permitindo mais investimento em ações e serviços para a comunidade.
c) Outra marca importante são as admissões realizadas de 1º de janeiro de 2005 até abril de 2012. Foram admitidos: 415 Professores de Ensino Fundamental e Educação Infantil 248 contratos (que são agentes comunitários de saúde, médicos, odontólogos, empregados da hemopasso, etc);
DOS AMORES DE NOSSAS MÃES
Escrever sobre o amor de nossas mães é um grande desafio. O amor materno é sempre sagrado, capaz de abarcar as dimensões humanas mais ricas e contraditórias. Sua pureza se confunde com “amor radical”, nem sempre compreendido por sua incondicional capacidade de perdoar, de re-atar, de re-considerar, de re-aprender a viver do jeito que é possível, apesar dos pesares.
Somente as mães conhecem realmente seus filhos e suas filhas. Por conhecê-los tanto e tão bem, são capazes de reconhecer os seus desejos e potencialidades, mas também os seus limites e fragilidades. Não raras vezes, são mal interpretadas porque dedicam mais atenção e apoio para um dos seus filhos ou filhas que, justamente, mais necessita de sua ajuda e presença.
Nossas mães aprenderam e ensinaram que ser justo é dar a todos e todas as mesmas medidas, as mesmas proporções, dividindo tudo em partes iguais. O bolo de mãe, o melhor de todos, é sempre dividido em partes iguais para cada um de seus filhos e filhas. Parece que esta é sempre a fórmula mais justa de dividir os bens e artigos que possuem materialidade. Mas valerá esta mesma regra para “distribuir” carinhos, afagos, apoio e atenções? Para as mães, não. Para os filhos, sim.
Sem perceber, nossas mães fortaleceram nossos egoísmos e caíram numa cilada que, não raras vezes, volta-se contra elas na medida em que os filhos, sempre diferentes, exigem que sejam tratados de maneira igualitária. Mas como tratar de forma igual filhos tão diferentes, com diferentes necessidades de compreensão, de apoio, de ajuda de todas as ordens, inclusive ajudas financeiras?
Em toda família com mais de um filho há um que precisa de uma presença, vigilância e cuidado maior do que o outro. Não é verdade que as mães amam diferente a cada um de seus filhos ou filhas e amam em diferentes intensidades, mas é fato que as mesmas dedicam-se aos filhos na proporção da necessidade que os filhos revelam para elas. Por isso mesmo, não se justificam as birras e incompreensões para com elas.
Não adianta a gente querer esconder de nossa mãe aquilo que a gente é. A mãe da gente não precisa de faro nem de varinha mágica para descobrir o que se passa com a gente. Seu olhar e sua presença transpassam a nossa vida, tornando esta mesma vida como que uma extensão de si mesmas.
Celebremos, pois, o amor sagrado de nossas mães. Saibamos reconhecer que o bem maior, nossa vida, foi gerado por elas. Saibamos reconhecer que, com a pureza de seu amor, as mães jamais seriam capazes de atrapalhar os nossos planos, desde que estes, uma vez verdadeiros, nos ajudem a ser o que a gente é.
Todas as mães são únicas. São mães a seu modo por conta de nós, seus filhos. Elas nos geraram, mas não puderam prever como a gente iria ser. Embora insistam em dividir o bolo em partes iguais, por força do hábito, elas nos provam de que fazer justiça não é dividir em partes iguais, mas dar a cada um e cada uma conforme as suas necessidades.
Vida longa e saudável a todas as mães brasileiras!
Nei Alberto Pies, professor e ativista de direitos humanos.
7 de maio de 2012
SEMINÁRIO REGIONAL
O vereador Rui Lorenzato (PT), representou o legislativo nesta sexta-feira 04 de maio, na abertura do Seminário Regional: O Direito à Saúde e a Lei de Responsabilidade Fiscal. No auditório do Ifibe, que contou com a presença de três painelistas: Derocy Cirillo da Silva (Procurador da Republica Aposentado); Dra. Sueli Dallari (USP) e o TCE/RS.
MAIS EDUCAÇÃO
O vereador Rui Lorenzato (PT), representou o legislativo na tarde desta sexta-feira (04), no Parque da Gare, em Passo Fundo, na 1ª Mostra Cultural do Programa Mais Educação, evento promovido pela 7ª Coordenadoria Regional da Educação (CRE) e Secretaria Municipal de Educação (SME). Aproximadamente 400 pessoas estiveram presentes no evento, segundo a organização. Paralelamente, outros 96 municípios também participam do programa criado pelo governo federal.
As escolas que aderiram ao programa apresentaram as oficinas trabalhadas pelos alunos e professores da rede estadual e municipal, realizando performances de várias atividades, entre elas apresentações de dança, música, artes plásticas, e teatrais, além da exposição de trabalhos. A Secretaria Municipal de Saúde também estava presente para quem quisesse medir a pressão ou realizar o teste de diabetes. As escolas que aderiram ao programa apresentaram as oficinas trabalhadas pelos alunos e professores da rede estadual e municipal. Os capoeiristas do Grupo Abadá-Capoeira também se apresentaram ao bom público presente.
Passo Fundo aderiu ao programa no ano de 2009, beneficiando 2.772 alunos de 19 escolas desde então, segundo a secretária municipal de Educação, Vera Vieira. Com a ampliação prevista para este ano, este número deve subir para 3.624. A secretaria ainda ressalta que a iniciativa, além de promover ações educacionais e sociais em escolas ou demais espaços socioculturais, é uma contribuição para a formação integral de crianças, jovens e adolescentes.
5 de maio de 2012
II ENCONTRO DE MULHERES RURAIS DE PASSO FUNDO
Nesta última quinta-feira 03 de maio, o vereador Rui Lorenzato (PT), participou no CTG Lalau Miranda do II Encontro de Mulheres Rurais. Ressaltar a importância da mulher e proporcionar um momento de lazer para as trabalhadoras do campo, este foi o objetivo do II Encontro de Mulheres no Meio Rural, evento organizado pelo Cresol-PF e promovido por várias entidades com histórico na agricultura familiar, que reuniu mulheres dos municípios de Passo Fundo, Ernestina e Coxilha.
Contando com a presença de autoridades e representantes das entidades promotoras, elas puderam acompanhar a palestra motivacional “Orgulho de ser mulher”, ministrada pelo palestrante Sandro Liberdoni.“A palestra trata sobre agricultura relacionada com a importância da mulher nos dias atuais”, frisou uma das organizadoras e integrante do Cresol, Simone Rodrigues. Além disso, também foi realizado sorteio de brindes e um coquetel feito com produtos coloniais da agricultura familiar.
Segundo a organizadora Eva Valéria, não é fácil convencer a mulher agricultora a tirar uma tarde de lazer para si mesma. “É muito difícil convencer mulheres que estão habituadas a simplesmente trabalhar, convencê-las a tirar uma tarde de lazer para ela mesma, para se valorizar e melhorar sua auto-estima”, disse. Ela ainda ressaltou que a intenção é justamente fortalecê-las para que participem do momento, além de aumentar o número de mulheres participantes a cada ano. Segundo a organização do evento, estima-se que o público do encontro foi aproximadamente 300 pessoas.
FEITOS PARA A IMENSIDÃO
"Sou um rio que se abre para a vida e que possui o sabor de suas águas.
Sinto-me contente pela vida que trago dentro de mim."
(extraído do filme "O rio")
Para que definir o que somos? Ao definir quem somos, aumentam as possibilidades de compreensão de nós mesmos, e dos outros. Não basta compreender-se a si mesmo. A humanidade que está em mim também reside nos outros. Para postularmos uma compreensão do ser humano, usaremos de uma metáfora. Sim, "para isto servem as metáforas, as analogias, as parábolas: para nos despertar para novas possibilidades, na medida da semelhança que percebemos, das ligações que fazemos entre o contexto da metáfora ou da parábola e a situação real" (Virgílio V. Vilela).
No vídeo "O Rio", o diretor Décio Zandonade faz uma interessante analogia entre a trajetória de um rio e a vida de um ser humano. Rio e ser humano possuem razões que os fazem viver, existir. O rio, com seu desejo de conhecer a imensidão do oceano. O ser humano, com a felicidade, sua maior razão de ser. Ambos, um caminho em aberto e por construir, feito de obstáculos, companhias, medos, frustrações, conquistas, fascínios, limites.
Todo rio sabe a água que tem e o sabor que ela possui.Todo rio é capaz de acolher outras águas que a ele desejam se agregar para conhecer o mar, mesmo aquelas pequenas e franzinas. Somadas, estas forças possibilitarão o sonho que é de todos: conhecer a imensidão do oceano.
Os medos, dos rios e dos humanos, significam a necessidade de proteção e cautela, pois viver é sempre perigoso. Sim, pois "o novo, o desconhecido, é sempre preocupante"."O futuro, ah!, o futuro, sempre dá medo". Mas os medos não podem deixar ninguém imobilizado, sem ação. O medo está na essência daquele que vive, mas sabe que, inevitavelmente, um dia irá morrer. Mas é "esta mistura de medo de fascínio é que me impulsiona, que me faz buscar, que não me deixa ficar parado".
O que é comum entre os humanos, o desejo de felicidade. De cada um e cada uma, em particular, os sonhos, os objetivos, as metas. E é bom que seja assim, pois são as diferenças que nos permitem a complementariedade. E a felicidade é sempre construída pelas pequenas e grandes conquistas do cotidiano. E as conquistas não esgotam, jamais, nosso desejo de felicidade. A cada conquista, criamos novas necessidades e nos desafiamos a concretizá-las.
E onde entra a tão discutida liberdade? Liberdade é a possibilidade de exercermos nossas escolhas. Estas escolhas, por sua vez, nos permitem os diferentes caminhos. Livre é todo aquele que é capaz de assumir todas as responsabilidades que recaem sobre seus atos. Liberdade também se adquire conquistando as coisas que a gente descobre e que a gente gosta, mesmo aquelas mais perigosas.
O futuro pessoal e profissional, sobretudo dos jovens, é carregado de muitas dúvidas, num tempo de poucas certezas. E os jovens de hoje sentem dificuldades para projetar metas e sonhos, pessoais e profissionais. No universo juvenil é recorrente a idéia de que o futuro é um mundo com poucas perspectivas. Esta idéia gera apatia, desinteresse e desilusão, fazendo com que percam a dimensão do traçado de um rio, que vê no caminho a sua força, a sua liberdade.
Somos seres de projeto, inacabados. E "a vontade de viver e ânsia de liberdade" são os segredos da vida, vida compartilhada. Sabemos, todos, que nossos tempos são de difíceis caminhos e distintos modos de caminhar. Os jovens é que têm um amanhã mais longo e mais incerto. E há perguntas que não querem calar: nossa tão proclamada experiência de vida ainda é referência para a vida dos jovens? O que é possível prever? O futuro é só de horizontes? Quais as referências que hoje orientam a construção do nosso amanhã? São as perguntas que alicerçam a construção dos humanos. Esta construção, por sua vez, tem como limite a imensidão (de possibilidades).
Tenhamos, todos, muita sorte ao desbravarmos nossa imensidão.
(*) Nei Alberto Pies, professor e militante de direitos humanos.
4 de maio de 2012
POBREZA E (COM)PAIXÃO
“Se eu dou comida a um pobre, me chamam de santo, mas se eu pergunto por que ele é pobre, me chamam de comunista.” (Dom Hélder Câmara)
A defesa das causas dos pobres é uma tarefa muito árdua. Exige da gente mais do que compreensão, discursos e teorias, mas, sobretudo, compromisso e compaixão. Somos muito preconceituosos para com o sofrimento dos pobres.
Desconhecemos sua realidade e não nos dispusemos a mexer na raiz de nossos problemas: a nossa forma de organizar o mundo. Entre nós é muito forte a idéia de que pobres são coitados, por isto desprovidos de sorte e de bens. Se não lutam, são preguiçosos. Se lutam e exigem, tornam-se perigosos. Mesmo quando passam fome, a gente insiste em dizer que eles ainda são capazes de sonhar.
Só a lucidez da razão e a sensibilidade podem tratar bem das questões da existência e convivência humanas. Na visão ocidental, desenvolvemos a ilusão de que somente a razão nos dará respostas aos problemas humanos. Nem a razão ornamental (que serve de ornamento), nem a razão instrumental (ferramenta para transformar a realidade) são capazes de justificar o sofrimento e a realidade daqueles que excluímos socialmente (os pobres). Os pobres não são invenção, não são uma idéia. Os pobres são reais. Os pobres existem, e sofrem a violação de sua vida e dignidade.
Leonardo Boff, defensor incansável das causas dos pobres e oprimidos, afirma que são três as compreensões que se tem da pobreza. Uma primeira, clássica, é a idéia de que o pobre é aquele que não tem. A estratégia então é mobilizar quem tem para ajudar a quem não tem, através de ações assistencialistas, sem reconhecer a potencialidade dos mesmos. A segunda idéia, moderna, é aquela que descobre os potenciais do pobre e compreende que o Estado deve fazer investimentos para que ele seja profissionalizado e potencializado, com fins à inserção no mundo produtivo. Ambas as posições desconsideram, na visão de Boff, que a pobreza é resultado de mecanismos de exploração, que sempre geram enormes conflitos sociais.Boff acredita que é preciso reconhecer as potencialidades dos pobres não apenas para engrossarem a força de trabalho, mas principalmente para transformarem o sistema social. Os pobres, organizados e articulados com outros atores da sociedade, são capazes de construir uma democracia participativa, econômica e social. “Essa perspectiva não é nem assistencialista nem progressista. Ela é libertadora”.
Só a compaixão reveste-se de libertação. Compaixão não é sofrer pelos outros, mas sofrer com eles. O sofrer com os outros permite à gente colocar-se em seu lugar. Enxergar a partir dos seus pontos de vista e de suas realidades. É também deixar-se transformar, permitindo que os nossos mais nobres sentimentos se traduzam em ações concretas a favor dos pobres, fracos e marginalizados.
Poucos vivem a compaixão. Muitos perderam a sensibilidade, o que os impossibilita de viver a caridade e o amor ao próximo. Outros preferem atribuir aos pobres a culpa por sua situação de miséria e vulnerabilidade. Outros discursam democracia, não perguntando se esta propicia as mesmas condições e oportunidades a todos, como ponto de partida. Poe que o ponto de chegada depende de cada um de nós. E muitos, em grande número, tratam como crime a atitude de quem luta por causas humanitárias, quando estas exigem uma mudança na estrutura e organização da sociedade.“As pessoas são pesadas demais para serem levadas nos ombros. Leve-as no coração”, disse Dom Hélder Câmara. Este o sentido maior da compaixão para com os pobres: não os defendemos por serem bons ou anjos, mas porque são parte de uma sociedade desigual, que não sabe lidar com eles.
* Nei Alberto Pies, professor e ativista em direitos humanos.
AUDIÊNCIA DA UERGS ACONTECEU NA CÂMARA DE VEREADORES DE PASSO FUNDO
Na tarde de quarta-feira (02/05), a Câmara Municipal de Vereadores de Passo Fundo sediou Audiência Pública que tratou de aspectos relevantes para a abertura de uma Unidade da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), na região da Produção. A Audiência foi proposta pela Comissão Especial de Apoio e Estudo para a reativação da UERGS no município de Passo Fundo que tem como presidente da comissão o vereador Rui Lorenzato do PT, vice-presidente vereador Zé-Eurides do PSB e o Relator vereador Alberi Grando PDT. Participaram do evento cerca de 200 pessoas entre elas a comunidade, movimentos sociais, estudantes, e autoridades, entre elas o presidente da Comissão Especial da UERGS na Assembléia Legislativa, deputado estadual, Catarina Paladini (PSB), a diretora de Coordenação Institucional da UERGS, Cristina Ostermann, e os vereadores Rui Lorenzato (PT) e José Eurides de Moraes (PSB). Foi entregue para os deputados e representante do Reitor uma Minuta.Para Lorenzato, a discussão deve se ampliar cada vez mais, para que possamos discutir e ampliar a possibilidade de termos em nossa região uma unidade da UERGS.
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