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8 de outubro de 2014
VEREADOR RUI LORENZATO REALIZA MAIS UM GRANDE EXPEDIENTE
Na sessão desta quarta-feira 08 de outubro, o vereador Rui Lorenzato(PT) realizou seu Grande Expediente, fazendo uma analise dos resultados das eleições deste último dia 05 de outubro. Entre os pontos levantados o parlamentar ressaltou mais uma vez a necessidade de realizarmos uma Reforma Política em nosso País. Não houve grandes novidades no congresso, ou seja, a renovação que se teve foi de pessoas que são consideradas celebridades e parente ou filhos de políticos antigos, também a representatividade de mulheres no congresso e no senado federal não chega a 10%. Podemos observar ainda, os políticos conservadores e milionários continuarão a predominar sem olhar para as causas do povo brasileiro, ou seja, os que mais necessitam, ressaltou o vereador.
VEREADOR RUI LORENZATO PARTICIPA DO DEBATE DA RÁDIO PLANALTO DO PROGRAMA FRENTE A FRENTE
O vereador Rui Lorenzato(PT), participou na manhã desta quarta-feira 08 de outubro do Programa Frente a Frente da Rádio Planalto. Na ocasião participou o vereador Adilon e a Secretária do Interior Liliane Rebechi, na qual debateram a real situação das estradas do interior. Com pouco investimento do Executivo Municipal, foi debatido como se encontra e o que está sendo feito e o que não esta sendo feito para o setor primário. Na oportunidade a comunidade pode participar através de ligações, onde realizaram perguntas aos debatedores e puderam expor a seu posicionamento.
30 de setembro de 2014
Nada cai do
céu
Conversei,
desinteressadamente, sobre a realidade do país numa manhã de domingo, com o dono
de um supermercado de um bairro importante de minha cidade. De forma
desinteressada, revelam-se grandes verdades. Contava-me o comerciante como vivia
a maioria das pessoas humildes, pobres e trabalhadoras de seu bairro antes dos
governos de Lula e de Dilma. Elencava suas razões para votar em Dilma e
continuar votando em Tarso Genro para governador do estado do RS.
Dizia-me que era
dono do supermercado por volta de 30 anos. Que nunca antes na história deste
país a população que se serve em seu supermercado comprava carne de boa
qualidade, um produto antes destinado apenas para quem tinha muito dinheiro e
bons salários. Que o máximo que esta população comprava era “carcaça e ossinho
de porco”. Que além de carne, a maioria hoje consegue comprar mantimentos de
limpeza, a cervejinha do final de semana, como também frutas e verduras. E que
maioria das pessoas tem alta satisfação em comprar mais e viver melhor.
Fiquei pensando
que isto sim é que valeu uma vida! Há quanto tempo a população brasileira
esperou ter condições, para a partir da renda e de seu trabalho, viver com
dignidade, com direitos assegurados e com uma alimentação mais saudável e em
quantidade suficiente.
Há quem diga que
não mexerá nem diminuirá as políticas de renda e de inclusão como Bolsa Família
pelo simples fato de um dia já ter passado fome. Diz ainda que “não é discurso,
mas é uma vida”. Uma vida, senhora Marina, é o tempo que o povo brasileiro já
esperou para desfrutar de comida, de trabalho, de emprego, de renda, de
oportunidades, a partir de políticas públicas.
Nada caiu do
céu, como parecem supor os que disputam esta eleição com o propósito de “tirar o
PT do poder”. Sem a presença e a forte intervenção do Estado que amplia
oportunidades de renda, que promove melhor saúde, mais acesso à educação, mantém
os empregos e controla inflação, não teríamos as condições relatadas por um dono
de um supermercado de um bairro popular de nossa cidade.
Que o Brasil
crescia mais em outros tempos é uma verdade. Em outros contextos e sem a pressão
de uma crise internacional. Mas mesmo com maior crescimento, não havia nenhum
benefício para as classes mais pobres, humildes e trabalhadoras.. Não havia
preocupação para erradicar a fome e a miséria neste país e os governos não se
preocupavam com a manutenção e qualidade dos empregos e dos salários dos
brasileiros. Em consolidar políticas permanentes de cidadania ao nosso povo.
Acabou-se o
tempo dos “favores e dos arranjos da economia” para o mercado financeiro e
bancos, com o sacrifício dos trabalhadores. Colhemos os frutos de políticas
públicas que promovem direitos. O desafio do próximo governo não é de manter,
mas sim de ampliar e consolidar condições para que a vida digna e as
oportunidades sejam duradouras e perenes. Não vivemos mais de esperança, mas
queremos que o futuro não dissolva nossas conquistas com soluções “perigosas e
aventureiras”.
Verdade seja
dita: quem está incomodado com os avanços crescentes da melhoria das condições
da maioria do povo brasileiro, não acredita em justiça social. O Brasil
consolida-se como uma nação que promove os direitos humanos, supera as
desigualdades, fortalece a sua economia e oportuniza melhores condições de vida
e de trabalho para todos.
Nei Alberto Pies, professor e ativista de direitos
humanos.
18 de setembro de 2014
SESSÃO PLENÁRIA NO CTG LALAU MIRANDA
REUNIÃO COM PREFEITO MUNICIPAL SOBRE ECONOMIA SOLIDÁRIA
Na tarde desta quarta-feira 17 de setembro o vereador Rui
Lorenzato(PT) acompanhou a Nelsa Fabian
Nespolo diretora Estadual da Economia Solidária do Estado do Rio Grande do Sul,
juntamente com o Ademar Marques coordenador executivo do fórum da Economia Solidária,
e representantes dos catadores da
Recibela, Copercicla de Santa Cecilia do Sul e Recidonária numa importante
reunião com secretários da Secretária do Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico
e de Planejamento e o prefeito municipal Luciano de Azevedo. Nelsa tratou 4 pontos fundamentais. Informou que o Polo do
Pet informou que todo o maquinário foi comprado e ao mesmo trouxe uma
preocupação com relação ao local da
construção do galpão que seria construído ao lado da creche no Bairro Morada do
sol em relação aos ruídos que prejudicariam a aprendizagem das crianças ,
portanto foi sugerido que seja feito na
Morada São João. Outro ponto a diretora desafiou o município que a exemplo de outros municípios contrataram as
organizações de catadores para coleta seletiva da cidade. O prefeito pediu para
que encaminhem uma proposta que a prefeitura vê com bons olhos a questão da
coleta através das organizações de catadores. Foi levantada a questão da Casa
da Economia Solidária para que tenha um local permanente de comercialização dos
produtos da economia solidária. A
secretária da Seplan, salientou que esta
contemplado dentro do projeto de revitalização do Parque da Gare. Nelsa informou também, a compra de
equipamentos para o centro de capacitação e geração de renda da economia solidária
que será implantado no galpão da Donária para as costureiras. O vereador Rui que sempre foi um parceiro com
as questões ligadas a Economia Solidária, salientou que vários projetos estão
em andamento e dando resultado para que cada vez mais mude a vida dos catadores
e pessoas que fazem seus artesanatos e de uma forma sadia e sustentável possam
comercializar seus produtos.
16 de setembro de 2014
22° AMOSTRA DA CULTURA GAÚCHA DE PASSO FUNDO
O vereador Rui Lorenzato(PT), esteve prestigiando neste último domingo 14 de setembro no Parque da Gare o desfile da 22° Mostra da Cultura Gaúcha de Passo Fundo. O momento foi de retomar a nossa cultura e mostrar a toda população que o nosso município continua cada vez mais cultivando a nossa cultura.
VEREADOR ACOMPANHA OLÍVIO EM CAMPANHA EM PASSO FUNDO
Na manhã deste último sábado 13 de setembro, o vereador acompanhou o nosso Galo Missioneiro Olívio candidato ao Senado na cidade de Passo Fundo. Logo pela manhã o candidato esteve visitando a Feira do Produtor e depois participou do café de chaleira do CTG Lalau Miranda e em seguida subiu em carreata atá a praça do Teixeirinha onde milhares de militantes receberam o Olívio para um ato político.
10 de setembro de 2014
Educação
com qualidade
“Viemos
ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma nos tornamos senhores delas ou
servos de quem as batizar antes de nós”. (Lya Luft, escritora)
Qualidade
é um substantivo inerente ao ser humano e a seus afazeres. O ofício de educar,
dentre outros, pressupõe qualidade. A qualidade é gerada na satisfação pela
conquista de aprendizagens, protagonizadas por educadores e educandos. O prazer
nas relações de ensino-aprendizagem está na construção do conhecimento como algo
útil, agradável e capaz de desencadear alegria e realização. O educador é um dos
maiores interessados em qualidade na educação; a escola carrega potenciais de
sua satisfação, uma vez que o fracasso dos educandos também representa o seu
próprio fracasso.
Quem ganha com a desqualificação da educação pública? Quem ganha quando os professores e professoras não são tratados com a dignidade que merecem? Quem goza de alguma vantagem quando os alunos de nossas escolas saem das mesmas sem condições de ler e interpretar o mundo, para melhor inserir-se nele? Ninguém, muito menos os professores ou os alunos, ou a sociedade.
É um avanço que a sociedade queira discutir qualidade na educação. É, no entanto, injusto e leviano supor que o insucesso da escola pública recaia unicamente sobre os professores e professoras, usando-se para tanto a meritocracia como uma forma de punição e seleção dos professores. Os professores e a comunidade escolar sabem do seu maior mérito: a resistência e a sobrevivência da escola pública, durante as últimas décadas.
Existem razões suficientes para querermos uma escola pública e de qualidade. No entanto, questiona-se a legitimidade das avaliações de seu desempenho sem uma ampla discussão e participação dos maiores interessados e sem uma ampla discussão na sociedade sobre o papel da educação no atual contexto histórico.
Rubem Alves, quando discute “Qualidade em educação”, lembra que “a educação, na medida em que lida com a vida das pessoas e a vida do país, deve ser a área mais rigorosamente testada e é preciso que seja excelente. Entretanto, é aquela em que os testes são mais difíceis e as avaliações, vestibulares e provões quase nada significam: nada garante que a qualidade, medida por critérios acadêmicos numéricos consiga passar os testes que a vida impõe”.
Alves afirma que as avaliações escolares sempre são anunciadas com a intenção de “consertar a máquina” (a estrutura dos sistemas de ensino). E logo responde: “eu, ao contrário, acho que não há nada de errado com a máquina.. Não há o que consertar. Acontece que os alunos, mais precisamente os corpos dos alunos – tem também seus mecanismos de “controle de qualidade”. Se eles não aprendem é porque os seus corpos reprovam a máquina. Seus corpos vomitam o que a máquina lhes enfia goela abaixo. O resultado do “examão” seria a prova disso”. E pondera ainda que nosso corpo só aprende dois tipos de conteúdos: os que dão prazer e os que levam ao objeto de prazer (aqueles com razões para serem aprendidos). “A máquina funciona como deve. O problema é que a comida que ela serve é imprópria para a inteligência”.
Faz bom tempo que os educadores/as reclamam qualidade. Faz tempo que apontam impróprio o tratamento que os governos lhes dispensam. Todo este contexto pressiona seu ambiente de trabalho, fere suas inteligências e limita imensamente o seu prazer de ensinar. Há que se considerar ainda que todo tratamento impositivo se torna indigesto e que os muitos jeitos de fazer educação só merecem reconhecimento se ajudarem as pessoas a viver melhor no mundo, exercendo sua cidadania e sendo mais felizes. O resto, pouco ou nada tem a ver com qualidade.
Nei Alberto Pies, professor de rede municipal e estadual.
Quem ganha com a desqualificação da educação pública? Quem ganha quando os professores e professoras não são tratados com a dignidade que merecem? Quem goza de alguma vantagem quando os alunos de nossas escolas saem das mesmas sem condições de ler e interpretar o mundo, para melhor inserir-se nele? Ninguém, muito menos os professores ou os alunos, ou a sociedade.
É um avanço que a sociedade queira discutir qualidade na educação. É, no entanto, injusto e leviano supor que o insucesso da escola pública recaia unicamente sobre os professores e professoras, usando-se para tanto a meritocracia como uma forma de punição e seleção dos professores. Os professores e a comunidade escolar sabem do seu maior mérito: a resistência e a sobrevivência da escola pública, durante as últimas décadas.
Existem razões suficientes para querermos uma escola pública e de qualidade. No entanto, questiona-se a legitimidade das avaliações de seu desempenho sem uma ampla discussão e participação dos maiores interessados e sem uma ampla discussão na sociedade sobre o papel da educação no atual contexto histórico.
Rubem Alves, quando discute “Qualidade em educação”, lembra que “a educação, na medida em que lida com a vida das pessoas e a vida do país, deve ser a área mais rigorosamente testada e é preciso que seja excelente. Entretanto, é aquela em que os testes são mais difíceis e as avaliações, vestibulares e provões quase nada significam: nada garante que a qualidade, medida por critérios acadêmicos numéricos consiga passar os testes que a vida impõe”.
Alves afirma que as avaliações escolares sempre são anunciadas com a intenção de “consertar a máquina” (a estrutura dos sistemas de ensino). E logo responde: “eu, ao contrário, acho que não há nada de errado com a máquina.. Não há o que consertar. Acontece que os alunos, mais precisamente os corpos dos alunos – tem também seus mecanismos de “controle de qualidade”. Se eles não aprendem é porque os seus corpos reprovam a máquina. Seus corpos vomitam o que a máquina lhes enfia goela abaixo. O resultado do “examão” seria a prova disso”. E pondera ainda que nosso corpo só aprende dois tipos de conteúdos: os que dão prazer e os que levam ao objeto de prazer (aqueles com razões para serem aprendidos). “A máquina funciona como deve. O problema é que a comida que ela serve é imprópria para a inteligência”.
Faz bom tempo que os educadores/as reclamam qualidade. Faz tempo que apontam impróprio o tratamento que os governos lhes dispensam. Todo este contexto pressiona seu ambiente de trabalho, fere suas inteligências e limita imensamente o seu prazer de ensinar. Há que se considerar ainda que todo tratamento impositivo se torna indigesto e que os muitos jeitos de fazer educação só merecem reconhecimento se ajudarem as pessoas a viver melhor no mundo, exercendo sua cidadania e sendo mais felizes. O resto, pouco ou nada tem a ver com qualidade.
Nei Alberto Pies, professor de rede municipal e estadual.
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