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19 de janeiro de 2016
18 de janeiro de 2016
MANITOWOC
Fonte: http://www.camarapf.rs.gov.br/noticia/827/manitowoc
IMPLANTAÇÃO DO POLO PET EM PASSO FUNDO AMEAÇADO
Na tarde desta segunda-feira 18 ainda em visita a RECIBELA, o vereador pode observar o descaso desta administração com a implementação do Polo do Pet em Passo Fundo. As máquinas doadas pelo governo do estado estão estragando a espera de uma posição da administração municipal que é responsável pela construção de um galpão para a instalação das máquinas. O polo Pet faz parte da Cadeia Binacional do Pet que é uma cadeia estruturada através do governo do Rio Grande do Sul e o Uruguai que faz o processamento do Pet, a transformação em flakes a reciclagem vai para o Uruguai para ser transformada em fibras voltando para o Brasil em Minas Gerais, onde é transformada em fios e tecidos e depois volta para seus polos, onde é distribuído em todo o estado do Rio Grande do Sul para outras cadeias produtivas. Este novo Polo além de Passo Fundo passará a contar também com o município de Erechim, Soledade, Giruá e Santa Cecília do Sul. A responsabilidade para implantação deste polo é de responsabilidade do estado que entra com maquinários e todos os equipamentos necessários e o município com a estrutura física.
RECIBELA
O Vereador Rui Lorenzato(PT) esteve no início da tarde desta segunda-feira 18 de janeiro, na RECIBELA - Associação de Recicladores Parque Bela Vista. Localizada na linha São João da Bela Vista, em Passo Fundo. O objetivo da visita como vereador foi denunciar a real situação que os trabalhadores vem enfrentando com a atual administração municipal que é gerenciada pela CODEPAS. Na oportunidade o parlamentar ouviu dos trabalhadores e ao mesmo tempo pode visualizar que os mesmos estão sem condições minímas de trabalho. Existe lixos acumulados desde antes do natal, ou seja, a cada dia que passa o lixo vai acumulando e não é levado para Minas do Leão. Os trabalhadores relatam que quando a esteira estraga os mesmos ficam sem trabalhar e quando é concertada é feita por profissionais que admitem que não entendem em manutenções de esteiras. A presidenta da Cooperativa Catarina relata que a única coisa que eles querem é ter condições de trabalho dignas, pois se sentem abandonados pela administração, relatou ainda que com o acumulo de lixo o Xurume que escorre esta prejudicando o meio ambiente matando árvores que ali existem e que o local por estar abandonado o matagal acaba crescendo criando animais peçonhentos. O parlamentar relata que pode ver também que as máquinas doadas pelo governo do estado para a implementação da Cadeia do Pet em Passo Fundo que traria uma outra renda aos trabalhadores está abandonada e estragando em um galpão que não está coberto, aguardando um retorno da prefeitura para a construção ou doação de um galpão para a instalação do polo. A Associação é formada atualmente por 28 trabalhadores, atuando nas funções de triagem. Os associados possuem o diferencial de trabalhar com os resíduos recebidos diretamente dos caminhões da coleta comum, no aterro sanitário, graças a uma parceria do Projeto Transformação com a Prefeitura. Com o tempo, a RECIBELA foi superando dificuldades técnicas e se colocando em papel de destaque no panorama da reciclagem na cidade. O maior aproveitamento dos resíduos recebidos gera renda e sustento aos associados.
15 de janeiro de 2016
REUNIÃO ENTRE O SINDICATO DOS METALÚRGICOS E REPRESENTANTES DA EMPRESA MANITOWOC
Nosso mandato está acompanhando de perto as tratativas entre o Sindicato e a Empresa Manitowoc, juntamente com os ex funcionários e os que continuam atuando na empresa, com vistas à assegurar os direitos dos trabalhadores e a manutenção das atividades da empresa no município.
Veja o documento entregue pelo Sindicato dos Metalúrgicos à Empresa:
" O contrato de trabalho está embasado em uma troca (direitos e deveres) entre empregador e empregado, mediante isto, o trabalhador dedica-se a empresa boa parte de sua vida em prol do sustento de sua família, anos de dedicação, gerando lucro, auxiliando o desenvolvimento econômico em virtude de sua sobrevivência.
O contexto laboral que se refere a atual empresa, é permeado por inúmeras variáveis que geram estresse, tais como ruído, calor, necessidade de atenção concentrada. Para amenizar riscos à saúde, faz-se necessário o gozo de férias, visando reestabelecer o trabalhador para a retomada das suas atividades. Contudo uma empresa que utiliza da estratégia de decretar férias coletivas a aproximadamente 100 trabalhadores, para programar uma demissão em massa, está utilizando de uma alternativa totalmente cruel. Nessa situação o trabalhador está sendo jogado a uma condição de risco a sua saúde, gerando uma condição de pânico coletivo, pela perda do sustento familiar e tendo que competir por uma vaga em tempos de crise com tantos outros na mesma situação.
O trabalhador dedicou-se, trabalhou, cumpriu com seus deveres para com a empresa, descansou por um período junto a sua família, fez planos, dívidas, agora, ao retornar é jogado ao desemprego, essa “injustiça trabalhista”, vai ocasionar impacto tanto no âmbito familiar, como também em toda a economia municipal e regional, lançando dezenas de trabalhadores a condição degradante do não-trabalho, neste sentido, devemos intervir sobre a responsabilidade de uma empresa que ganha benefícios fiscais para se instalar em um município, no intuito de potencializar a economia através de geração de emprego, e no clarear do dia anuncia tal ação perversa, de falta de consideração e compromisso com seus colaboradores e com o município do qual ela usufruiu diversos benefícios até o presente momento.
Neste sentido, reivindicamos medidas para minimizar a situação dos funcionários, sendo elas:
1) Manter o vínculo de emprego com todas as condições salariais e benefícios de todos os funcionários;
2) O encerramento do contrato de trabalho só será efetivado quando o trabalhador for recolocado em outro emprego com no mínimo as mesmas condições do atual;
3) Quando o trabalhador for recolocado no mercado de trabalho poderá ser emitido o TRCT, com uma indenização adicional de no mínimo uma remuneração por ano de emprego, sendo assim, para quem contar com mais de um ano inteiro de emprego o adicional será acrescido de mais 1/12.
4) A empresa se comprometerá a contribuir para recolocar os trabalhadores no mercado de trabalho".
O contexto laboral que se refere a atual empresa, é permeado por inúmeras variáveis que geram estresse, tais como ruído, calor, necessidade de atenção concentrada. Para amenizar riscos à saúde, faz-se necessário o gozo de férias, visando reestabelecer o trabalhador para a retomada das suas atividades. Contudo uma empresa que utiliza da estratégia de decretar férias coletivas a aproximadamente 100 trabalhadores, para programar uma demissão em massa, está utilizando de uma alternativa totalmente cruel. Nessa situação o trabalhador está sendo jogado a uma condição de risco a sua saúde, gerando uma condição de pânico coletivo, pela perda do sustento familiar e tendo que competir por uma vaga em tempos de crise com tantos outros na mesma situação.
O trabalhador dedicou-se, trabalhou, cumpriu com seus deveres para com a empresa, descansou por um período junto a sua família, fez planos, dívidas, agora, ao retornar é jogado ao desemprego, essa “injustiça trabalhista”, vai ocasionar impacto tanto no âmbito familiar, como também em toda a economia municipal e regional, lançando dezenas de trabalhadores a condição degradante do não-trabalho, neste sentido, devemos intervir sobre a responsabilidade de uma empresa que ganha benefícios fiscais para se instalar em um município, no intuito de potencializar a economia através de geração de emprego, e no clarear do dia anuncia tal ação perversa, de falta de consideração e compromisso com seus colaboradores e com o município do qual ela usufruiu diversos benefícios até o presente momento.
Neste sentido, reivindicamos medidas para minimizar a situação dos funcionários, sendo elas:
1) Manter o vínculo de emprego com todas as condições salariais e benefícios de todos os funcionários;
2) O encerramento do contrato de trabalho só será efetivado quando o trabalhador for recolocado em outro emprego com no mínimo as mesmas condições do atual;
3) Quando o trabalhador for recolocado no mercado de trabalho poderá ser emitido o TRCT, com uma indenização adicional de no mínimo uma remuneração por ano de emprego, sendo assim, para quem contar com mais de um ano inteiro de emprego o adicional será acrescido de mais 1/12.
4) A empresa se comprometerá a contribuir para recolocar os trabalhadores no mercado de trabalho".
12 de janeiro de 2016
AÇÕES QUE VEM DANDO CERTO
As equipes da Secretaria de Transportes e Serviços Gerais, durante essa semana, realizaram a pintura da sinalização horizontal e instalação das placas indicativas de sentido único. "De acordo com o secretário de Segurança e Trânsito, João Darci Gonçalves da Rosa, essa alteração atende a reivindicações dos moradores da localidade. Segundo explica, o objetivo é diminuir o grande fluxo de caminhões que utilizam a Benedito Acauã."
POSSE DOS NOVOS CONSELHEIROS TUTELARE
O município de Passo Fundo realizou, neste domingo, a solenidade de posse dos novos conselheiros tutelares, e seus respectivos suplentes das microrregiões I e II. Foram empossados oficialmente, para mandato de quatro anos, durante cerimônia oficial realizada na Câmara de Vereadores de Passo Fundo.
Estamos juntos para propor, fortalecer e fazer cumprir políticas públicas que asseguram o adequado funcionamento da rede de atenção e as condições apropriadas de trabalho dos conselheiros, contribuindo assim, para o atendimento eficaz na garantia e defesa dos direitos das crianças, adolescentes e suas famílias.
Estamos juntos para propor, fortalecer e fazer cumprir políticas públicas que asseguram o adequado funcionamento da rede de atenção e as condições apropriadas de trabalho dos conselheiros, contribuindo assim, para o atendimento eficaz na garantia e defesa dos direitos das crianças, adolescentes e suas famílias.
Um excelente mandato para todos os conselheiros!
6 de janeiro de 2016
A REALIDADE DA SAÚDE PÚBLICA NO INTERIOR DE PASSO FUNDO
Na Reunião Plenária Extraordinária, realizada no dia 29 de Dezembro, foram apreciados os vetos do prefeito Luciano Azevedo ao Projeto do Orçamento 2016. Mesmo diante da importância das emendas apresentadas pelos vereadores para toda a comunidade passo-fundense e, também a sua legalidade, o Executivo Municipal não respeitou a democracia e a participação popular. Com o apoio dos vereadores da base, os 40 vetos foram mantidos, sendo 33 referentes às Emendas Impositivas e sete das demais emendas.
As emendas apresentadas pelo vereador Rui Lorenzato que tiveram o veto do prefeito municipal têm por objetivo a realização de reforma nos ambulatórios do interior, pelo fato de não apresentar uma estrutura física para um atendimento digno. Alguns estão em péssimas condições com paredes mofadas, desestruturadas, entre outras deficiências, como problemas no telhado, pisos, inaceitáveis para um município considerado modelo em excelência em saúde.
As emendas apresentadas pelo vereador Rui Lorenzato que tiveram o veto do prefeito municipal têm por objetivo a realização de reforma nos ambulatórios do interior, pelo fato de não apresentar uma estrutura física para um atendimento digno. Alguns estão em péssimas condições com paredes mofadas, desestruturadas, entre outras deficiências, como problemas no telhado, pisos, inaceitáveis para um município considerado modelo em excelência em saúde.
Fotos: Rádio Planalto
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